29.05.2010 - O dia da consagração nacional do triathlon no Brasil. A data para qual centenas de atletas se preparam incansavelmente e aguardam ansionamente. Treinos que duram 6 meses, 9 meses, 1 ano. Se parar para pensar, quantas coisas não acontecem nesse periodo? Perdas, ganhos, tristezas e alegrias. E é com isso que o ironman tem que conviver. E não so ele: familia, amigos, chefes, vizinhos, enfim, todos que convivem e, de alguma forma, fazem parte da sua rotina.
Embora eu não fosse fazer o Ironman esse ano,em razão de compromissos profissionais, automaticamente entrei na "vibe homem de ferro", em razão dos amigos e porque gosto muito disso. Sei como é a preparação para uma prova dificil, longa e com muitas expectativas. Impossivel não se envolver.Tive muitos amigos nessa prova hoje e mesmo não tendo podido estar lá em Florianópolis para curtir, fiquei ligada a todos eles, de coração. Alguns estreiando, outros já veteranos. Outros que foram para ganhar, outros para provar a si mesmos do que sao capazes. E é isso, Ironman é isso.
Acompanhando a prova e os resultados, vibrei muito com a vitoria de muitos deles. Vitoria não só em termos de classificação, mas pessoal.
Primeiramente, como não se orgulhar do vice campeão da prova, Guilherme Mannochio, curitibano, que mereceu todo o esforço dos treinos e da prova. Quem tem a oportunidade de acompanhar os treinos dele por aqui, sabe que ele mereceria ser campeão. E muito pela 5.ª colocação da Diva do Triathlon, Fernanda Keller. Sempre eterna no Ironman. E também da 3.ª colocada, e melhor brasileira na prova, Ariane Monticeli.
Mas falando nos amigos, fiquei feliz que todos conseguiram terminar a prova. João Bernardes Neto (eu fui testemunha dos treinos desse guri e da dedicação aos treinos!"Chegar de dia" né Neto?!); acompanhei também - mesmo de longe - a preparação de outros amigos: Gilberto de Sampaio Junior (que agora tem um torcedor a mais na familia), Felipe Manente, Ricardo Veras (e seus açaí powers pós-treino q eu ousei a copiar a receita do twitter e deu certo!) e a preparação dos profissionais que servem de motivação, principalmente atraves do Diario até o Ironman (Mundo Tri). Todos são vencedores!
Mas meus parabéns mais que especial vai para o meu treinador, Alexandre Perdão. Justamente neste mês de junho, completamos 2 anos de parceria. Parceria de respeito, compreensão, dedicação, admiração, muito treino e muitas vitórias! Nesse tempo, aprendi muitas coisas com ele, principalmente a competir e a treinar por amor ao triathlon.Vencer é bom, mas se dedicar ao esporte pelo prazer que ele nos dá, é melhor ainda. Sei que durante a sua preparação para o Ironman, ele teve alguns contratempos e teve que saber lidar com eles, mas também ganhou o maior presente de todos, o Pedro. E é isso que o torna o ironman. Saber respeitar a si mesmo, saber seus limites e do que é capaz. E essa é a melhor lição. Quem ama o esporte, não espera que seu treinador seja um herói e que vença todas as provas. Quer sim, que ele te ensine a ter cada vez mais determinação, motivação, perseverança para buscar um objetivo e extrair o melhor de você.
"Respeito pela prova. Humildade." Foram essas palavras que me fizeram ter certeza que essa parceria vai durar ainda muitos e muitos anos. Parabens pela prova Coach! Tenha certeza que o campeão de hoje, para todos os seus atletas, foi você.
E parabens a todos os irons!!Merecedores demais de uma semana off..rss.. Abraço galera!Em 2012 nos encontramos no IMBr!
Triathlon, maratonas, viagens, cultura, cidades e pessoas. Desafio é o que nos move adiante!
29 de mai. de 2011
27 de mai. de 2011
23 de mai. de 2011
Duathlon Terrestre Prova de Rua - 2.ª etapa
Ontem participei da 2.ª etapa do Circuito de Duathlon Terrestre, da Prova de Rua. Com distancias de 3km, 20km , 3km, a prova foi realizada em São José dos Pinhais, com largada e chegada no Estádio do Pinhão.
Percurso plano na corrida e no ciclismo, porém quebrado nesta parte. Muitas curvas e esquinas, o que impedia estabelecer uma velocidade bacana e ficar clipada. Porem asfalto razoavelmente bom, com exceção da saida da transição para a area de monte,dentro do estadio, que era praticamente impossivel correr com a sapatilha (quebrei o taco da sapatilha ..)
A largada foi praticamente pontual, saindo de dentro do estadio e percorrendo duas voltas de 1,5k pela região. Percurso bom, praticamente plano. Entrada para a transição, pegar a bike e partir para 5x4km. Primeira volta, reconhecido o percurso e bora socar as outras 4 voltas. Eis que quando passamos pela largada, o organizador mandou parar a prova e todos os atletas pararam..Confusão, ninguem entendia nada...Guarda Municipal nervoso.. E entendemos que o percurso seria alterado porque a Copel estava em obras no trajeto e nao seria possivel passarmos. Fizemos uma volta "safety bike" e depois cada um deu o melhor de si...Complicado foi porque todos se misturaram e a primeira corrida foi pro lixo..quem correu, caminhou, largou junto depois..Dificil saber quem estava na frente, ou nao.Percurso do ciclismo nao foi fechado totalmente pela Guarda Municipal de SJP, a qual, alias, disponibilizou APENAS 4 GM's pra organizar avenidas movimentadas da região. Muitos motoristas nao os obedeciam e invadiam o percurso da prova. Complicado competir, estando tensa com os carros e caminhões fechando, cortando a frente.
Na segunda corrida ninguem mais tinha cabeça para pensar n a prova..era terminar e pronto.
Enfim terminei...e tive a noticia que era a CAMPEÃ GERAL (speed) da prova. Porém, com as obras da COpel, nao havia eletricidade para apurar os resultados e premiar. Após uma longa conversa com o organizador, os atletas optaram em esperar para que a premiação pudesse ser feita no dia. Conseguiram..e, embora alguns problemas com algumas categorias, finalmente recebi o vale-premio (que ainda vou retirar) e o trofeu simbolico(o oficial ficou a ser retirado).
Fiquei muito chateada, pois não era para eu ter feito essa prova, por orientação médica. Briguei com a minha lombar, km por km, mas dei o melhor que pude para compensar tanta dor..Convenci meu ortopedista a me liberar, e ele liberou. Porém foi uma prova tão estressante que nao sei ate onde vale a pena colocar a saude e a vida em jogo. COnfiei numa organização que não se preocupou com os atletas. Quem faz triathlon, duathlon, enfim, um esporte, por amor, se dedica e deposita o maximo de si nisso..Há um preparo, uma abdicação, uma dedicação a isso..o que parece nao ter sido levado em conta..
Depois do ocorrido, algumas perguntas ficaram:
A Copel teria comunicado a Prefeitura sobre uma obra de manutenção tão grande? Se sim, como foram concedidas duas autorizações para "evetnos" no mesmo local?
Pq a Prefeitura so liberou 4 GM's para uma região tão movimentada?
Pq nao verificaram que a região estava em obras, antes de largar?
Em uma organização de prova, há uma soma de fatores para que ela tenha sucesso. Se um elemento falha, o efeito é em cadeia. Sei que ninguem é perfeito e erros acontecem. Mas em primeiro lugar, tem que vir a segurança do atleta.
De qualquer forma, valeu a pena.Competição é paixão, indepentende da situação. E sempre sempre agradecendo minha mae-staff, amigos presentes e não presentes, porem sempre preocupados e na torcida; e meu treinador Alexandre Perdão.
Percurso plano na corrida e no ciclismo, porém quebrado nesta parte. Muitas curvas e esquinas, o que impedia estabelecer uma velocidade bacana e ficar clipada. Porem asfalto razoavelmente bom, com exceção da saida da transição para a area de monte,dentro do estadio, que era praticamente impossivel correr com a sapatilha (quebrei o taco da sapatilha ..)
A largada foi praticamente pontual, saindo de dentro do estadio e percorrendo duas voltas de 1,5k pela região. Percurso bom, praticamente plano. Entrada para a transição, pegar a bike e partir para 5x4km. Primeira volta, reconhecido o percurso e bora socar as outras 4 voltas. Eis que quando passamos pela largada, o organizador mandou parar a prova e todos os atletas pararam..Confusão, ninguem entendia nada...Guarda Municipal nervoso.. E entendemos que o percurso seria alterado porque a Copel estava em obras no trajeto e nao seria possivel passarmos. Fizemos uma volta "safety bike" e depois cada um deu o melhor de si...Complicado foi porque todos se misturaram e a primeira corrida foi pro lixo..quem correu, caminhou, largou junto depois..Dificil saber quem estava na frente, ou nao.Percurso do ciclismo nao foi fechado totalmente pela Guarda Municipal de SJP, a qual, alias, disponibilizou APENAS 4 GM's pra organizar avenidas movimentadas da região. Muitos motoristas nao os obedeciam e invadiam o percurso da prova. Complicado competir, estando tensa com os carros e caminhões fechando, cortando a frente.
Na segunda corrida ninguem mais tinha cabeça para pensar n a prova..era terminar e pronto.
Enfim terminei...e tive a noticia que era a CAMPEÃ GERAL (speed) da prova. Porém, com as obras da COpel, nao havia eletricidade para apurar os resultados e premiar. Após uma longa conversa com o organizador, os atletas optaram em esperar para que a premiação pudesse ser feita no dia. Conseguiram..e, embora alguns problemas com algumas categorias, finalmente recebi o vale-premio (que ainda vou retirar) e o trofeu simbolico(o oficial ficou a ser retirado).
Fiquei muito chateada, pois não era para eu ter feito essa prova, por orientação médica. Briguei com a minha lombar, km por km, mas dei o melhor que pude para compensar tanta dor..Convenci meu ortopedista a me liberar, e ele liberou. Porém foi uma prova tão estressante que nao sei ate onde vale a pena colocar a saude e a vida em jogo. COnfiei numa organização que não se preocupou com os atletas. Quem faz triathlon, duathlon, enfim, um esporte, por amor, se dedica e deposita o maximo de si nisso..Há um preparo, uma abdicação, uma dedicação a isso..o que parece nao ter sido levado em conta..
Depois do ocorrido, algumas perguntas ficaram:
A Copel teria comunicado a Prefeitura sobre uma obra de manutenção tão grande? Se sim, como foram concedidas duas autorizações para "evetnos" no mesmo local?
Pq a Prefeitura so liberou 4 GM's para uma região tão movimentada?
Pq nao verificaram que a região estava em obras, antes de largar?
Em uma organização de prova, há uma soma de fatores para que ela tenha sucesso. Se um elemento falha, o efeito é em cadeia. Sei que ninguem é perfeito e erros acontecem. Mas em primeiro lugar, tem que vir a segurança do atleta.
De qualquer forma, valeu a pena.Competição é paixão, indepentende da situação. E sempre sempre agradecendo minha mae-staff, amigos presentes e não presentes, porem sempre preocupados e na torcida; e meu treinador Alexandre Perdão.
10 de mai. de 2011
Brasileiro de Duathlon - do outro lado da prova
Nesse final de semana foi realizado em São José dos Pinhais o Brasileiro de Duathlon Terrestre (10km-40k-5km), promovido pela CBTri e FPTri. Na verdade era pra ser em Curitiba, mas uns dias antes transferiram para São Jose. Inicialmente seria no Ginasio do Pinhão, afastado do Centro, e na véspera alteraram para o Ginasio Ney Braga, no centro.
TInha um treino de 20km de corrida + 2k natação + 1h giro no sabado e 70km de bike no domingo. Fiz todos os treinos pois nao sabia que a prova seria no centro.Quando cheguei do pedal, vi pelo Facebook q a prova era no centro...rapidamente me troquei e fui correndo (literalmente) até la. Como a prova atrasou, tive a oportunidade de acompanhar parte do ciclismo e a ultima corrida.
Ao lado de amigos e do treinador, foi bem interessante a experiencia de estar "do outro" lado da prova. Ver o pessoal dando seu maximo..sofrendo...resmungando... E poder ajudar, gritando, torcendo, empurrando adiante é muito bom.. Retribuir o que fazem pela gente na mesma situação.
Vi muitos atletas com cãimbras..com dor..se arrastando no sol forte do fim da manhã.. Vi que nao é facil pra quem corre nem pra quem ve. Ficar ali, assistindo sem poder fazer nada, a não ser gritar, motivar, é dificil. Atleta reclamando de dor, cãimbra..espetando até agulha na panturrilha..
Achei bacana os percursos da corrida e ciclismo. Quanto a estrutura não posso opinar porque nao me inteirei nem participei.
Parabens aos campeões, Balman e Tuca. Orgulho de ser paranaense.
Muito bom encontrar amigos...treinador..e ter um belo blablabla tri num domingo de sol!
E bora treinar para os proximos!!
TInha um treino de 20km de corrida + 2k natação + 1h giro no sabado e 70km de bike no domingo. Fiz todos os treinos pois nao sabia que a prova seria no centro.Quando cheguei do pedal, vi pelo Facebook q a prova era no centro...rapidamente me troquei e fui correndo (literalmente) até la. Como a prova atrasou, tive a oportunidade de acompanhar parte do ciclismo e a ultima corrida.
Ao lado de amigos e do treinador, foi bem interessante a experiencia de estar "do outro" lado da prova. Ver o pessoal dando seu maximo..sofrendo...resmungando... E poder ajudar, gritando, torcendo, empurrando adiante é muito bom.. Retribuir o que fazem pela gente na mesma situação.
Vi muitos atletas com cãimbras..com dor..se arrastando no sol forte do fim da manhã.. Vi que nao é facil pra quem corre nem pra quem ve. Ficar ali, assistindo sem poder fazer nada, a não ser gritar, motivar, é dificil. Atleta reclamando de dor, cãimbra..espetando até agulha na panturrilha..
Achei bacana os percursos da corrida e ciclismo. Quanto a estrutura não posso opinar porque nao me inteirei nem participei.
Parabens aos campeões, Balman e Tuca. Orgulho de ser paranaense.
Muito bom encontrar amigos...treinador..e ter um belo blablabla tri num domingo de sol!
E bora treinar para os proximos!!
1 de mai. de 2011
treinos e fim de semana
Acho que o fim de semana é o melhor período para treinar..Quando o tempo colabora entao, fica perfeito.
Retomando os treinos fortes , agora mais descansada e com mais tempo, confesso que achei que sofreria mais para engrenar o ritmo.. Ficar dias off não é bom..mas foi necessario e acho ate que meu corpo aproveitou bem.
Ontem, sabado, tivemos Desafio de Duathlon terrestre com a equipe. Muito bom..tirinhos de corrida com tiros de bike (transição). Muito bom mesmo. Confesso que me surpreendi com meu tempo na corrida...Totalizamos 2k x15k x1km x15k x2k
E hoje foi simulado de duathlon olimpico, junto com meu parceiro de treino.. 40k bike + 15k run..Hj foi mais judiado, mas bom demais .
******
Hoje ainda uma colega corredora me dizia (via twitter)que estava sem motivação, sentindo um vazio, mesmo com prova focada e treinos direcionados a prova. Foi então que comentei com ela, que "a vontade de se preparar tem que ser maior que a vontade de competir". Muitas vezes, nos dá um sentimento de duvida por treinar TANTO para uma prova tão longe..ou as vezes sem uma prova especifica..Como ela mesma me disse: "Por que tanto treino?" mas ai que eu vejo o lado bom..quanto mais treinares, melhor ficaras para o seu desafio.Ou como diz meu treinador: "Quanto mais sofrer no treino, menos ira sofrer na prova." O barato está em treinar, em se superar a cada dia, em ir mais adiante que ontem.. Todo o treino tem uma razão de ser..irá preparar para o desafio que vieres a querer encarar.Além de contribuir para relaxar a mente também..afinal "Men sana in corpore sano".
Bom inicio de semana a todos.Bons treinos. E nunca se esqueçam: "a vontade de se preparar tem que ser maior que a vontade de competir."
Retomando os treinos fortes , agora mais descansada e com mais tempo, confesso que achei que sofreria mais para engrenar o ritmo.. Ficar dias off não é bom..mas foi necessario e acho ate que meu corpo aproveitou bem.
Ontem, sabado, tivemos Desafio de Duathlon terrestre com a equipe. Muito bom..tirinhos de corrida com tiros de bike (transição). Muito bom mesmo. Confesso que me surpreendi com meu tempo na corrida...Totalizamos 2k x15k x1km x15k x2k
E hoje foi simulado de duathlon olimpico, junto com meu parceiro de treino.. 40k bike + 15k run..Hj foi mais judiado, mas bom demais .
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Hoje ainda uma colega corredora me dizia (via twitter)que estava sem motivação, sentindo um vazio, mesmo com prova focada e treinos direcionados a prova. Foi então que comentei com ela, que "a vontade de se preparar tem que ser maior que a vontade de competir". Muitas vezes, nos dá um sentimento de duvida por treinar TANTO para uma prova tão longe..ou as vezes sem uma prova especifica..Como ela mesma me disse: "Por que tanto treino?" mas ai que eu vejo o lado bom..quanto mais treinares, melhor ficaras para o seu desafio.Ou como diz meu treinador: "Quanto mais sofrer no treino, menos ira sofrer na prova." O barato está em treinar, em se superar a cada dia, em ir mais adiante que ontem.. Todo o treino tem uma razão de ser..irá preparar para o desafio que vieres a querer encarar.Além de contribuir para relaxar a mente também..afinal "Men sana in corpore sano".
Bom inicio de semana a todos.Bons treinos. E nunca se esqueçam: "a vontade de se preparar tem que ser maior que a vontade de competir."
29 de abr. de 2011
Reflexões urbanas triatléticas - a buzina
Bom dia...
Durante alguns treinos de corrida e bike, pensamentos me vem a cabeça, principalmente em relação ao que se passa a minha volta..
Treinar no ambiente urbano é estar integrado com o movimento, com o pulso da cidade, com as agitações e inquietações da população que vive a mil...
Mas tem algumas coisas que me intrigam...dentre elas o fator: buzina!!
Não entendo o porque de buzinar para ciclistas e corredores sem necessidade..Na verdade só atrapalha e distrai... E pensando bem, uma minoria usa a buzina para realmente alertar..A maioria usa-a para mexer com quem passa na rua..dar saudações..comemorar jogo de futebol...ou como forma de xingamento (mas sempre depois que a infração ja foi feita).
Vc não vê alguem gentilmente a usando para alertar o outro motorista de um perigo iminente..pelo contrario, é mais provavel que o outro motorista deixe ele se ferrar pra ver a desgraça alheia (que o ser humano adora)..
E mexer com pedestres, ciclistas e corredores,...por favor...prova maior da ignorância humana..nem animal faz isso..Sai bando de ogro...volta pro pantano!
E como pesquisadora ambiental, não poderia deixar de mencionar a imensa contribuição da buzina para a poluição sonora urbana, stress da população e doenças contemporâneas.
Dessa forma...considerando que grande parte berra pela janela..eu defendo a extinção da buzina..Por um mundo mais silencioso, menos chato e incoveniente, por homens menos abusados..a buzina deveria ser extinta..
******************************
Semaninha de retorno aos treinos decentes...treinando as 3 modalidades por dia..em ritmo moderado...E fds promete! Prova, treino...é..saudades disso tudo!! Bora sofrer!!
Bons treinos
Durante alguns treinos de corrida e bike, pensamentos me vem a cabeça, principalmente em relação ao que se passa a minha volta..
Treinar no ambiente urbano é estar integrado com o movimento, com o pulso da cidade, com as agitações e inquietações da população que vive a mil...
Mas tem algumas coisas que me intrigam...dentre elas o fator: buzina!!
Não entendo o porque de buzinar para ciclistas e corredores sem necessidade..Na verdade só atrapalha e distrai... E pensando bem, uma minoria usa a buzina para realmente alertar..A maioria usa-a para mexer com quem passa na rua..dar saudações..comemorar jogo de futebol...ou como forma de xingamento (mas sempre depois que a infração ja foi feita).
Vc não vê alguem gentilmente a usando para alertar o outro motorista de um perigo iminente..pelo contrario, é mais provavel que o outro motorista deixe ele se ferrar pra ver a desgraça alheia (que o ser humano adora)..
E mexer com pedestres, ciclistas e corredores,...por favor...prova maior da ignorância humana..nem animal faz isso..Sai bando de ogro...volta pro pantano!
E como pesquisadora ambiental, não poderia deixar de mencionar a imensa contribuição da buzina para a poluição sonora urbana, stress da população e doenças contemporâneas.
Dessa forma...considerando que grande parte berra pela janela..eu defendo a extinção da buzina..Por um mundo mais silencioso, menos chato e incoveniente, por homens menos abusados..a buzina deveria ser extinta..
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Semaninha de retorno aos treinos decentes...treinando as 3 modalidades por dia..em ritmo moderado...E fds promete! Prova, treino...é..saudades disso tudo!! Bora sofrer!!
Bons treinos
26 de abr. de 2011
duathlon terrestre
Pessoal,
Estou ausente do blog desde o HalfPunta...O mestrado realmente demandou uma dedicação exclusiva e tive que dar prioridade a ele..
Nesse interim, participei do Duathlon Terrestre de Rio Branco do Sul, onde fui vice campeã geral..Recompensa boa para um periodo conturbado...
Hoje tive a grata recompensa de ser aprovada no mestrado, de ter a dissertação aprova, coroando mais de dois anos de dedicação total..
Daqui pra frente, retomo os treinos (ate porque meu corpo estava precisando de um descanso) e as atualizações no blog..
Abraços
Estou ausente do blog desde o HalfPunta...O mestrado realmente demandou uma dedicação exclusiva e tive que dar prioridade a ele..
Nesse interim, participei do Duathlon Terrestre de Rio Branco do Sul, onde fui vice campeã geral..Recompensa boa para um periodo conturbado...
Hoje tive a grata recompensa de ser aprovada no mestrado, de ter a dissertação aprova, coroando mais de dois anos de dedicação total..
Daqui pra frente, retomo os treinos (ate porque meu corpo estava precisando de um descanso) e as atualizações no blog..
Abraços
29 de mar. de 2011
Half Punta - Montevideo e Punta del Este
Olá pessoal, Vou dividir a viagem em 3 posts: um sobre a preparação e o ambiente da prova, o outro sobre a prova propriamente dita e o ultimo sobre o pós-prova e conclusoes! Preparativos e ambientação Neste fim de semana tive a oportunidade de ir competir em Punta Del Este, Uruguai, em uma prova de triathlon, com distâncias de meio ironman (1.900m/90km/21km), chamada “Half Punta”. De início eu iria para o Brasileiro de Longa Distancia, em Fortaleza, no mesmo fim de semana, entretanto, dias antes, acabei decidindo por Punta Del Este pois não conhecia o Uruguai e aproveitaria para fazer um passeio juntamente com minha mãe que me acompanhou. Decidido, embarcamos na 5.ª feira para Montevideo onde ficamos até o sábado. Aqui começou a primeira aventura: despachar a bike. Optei em ir em vôo direto para evitar conexão e extravio/danificação de bagagem. Além de desmontá-la praticamente inteira e colocar na mala-bike (e cruzar aeroportos com ela), tem-se que pagar taxa extra para despachá-la além de estar com sua documentação para evitar que a Receita Federal encrenque. Vê-la indo na esteira do check-in foi de cortar o coração..mas enfim, necessário. Desembarquei em Montevideo e quando a vi na esteira de bagagens..que alegria! Ao menos ela chegou..rss De pronto, abri a mala e conferi se ela estava inteira..ok, sem problemas! Partir para o hotel. A capital uruguaia é um charme a parte. Não vou me alongar aqui sobre ela, pois o post é sobre a prova né? Mas digo: a cidade é encantadora, maravilhosa e fascinante. No sábado embarcamos para Punta Del Este, 130km de Montevideo. De ônibus porque a viagem é barata, confortável e com paisagens belíssimas. No caminho vi muitos ciclistas pedalando na InterBalneária, assim como nós pedalamos aos sábados de manhã nas estrada..já fui entrando no clima!! Chegando em Punta Del Este já era possível ver onde a prova seria realizada (Maldonado). Cenário absurdamente maravilhoso. Fui para o hotel, que era próximo ao Conrad Cassino Hotel, onde seria o almoço de boas-vindas, congresso técnico (sábado) e no domingo a noite, a premiação. Montei toda a bike (praticamente uma mecânica de bike já...rss) e fui para o almoço e congresso. Triatletas de vários países reunidos...ali já começou aquele frio na barriga. Kit retirado, almoço realizado, enfim o congresso técnico. Este foi muito objetivo, pratico e claro (muitos organizadores no Brasil poderia seguir esse modelo de congresso). A tarde fui pedalar um pouco para testar a bike, soltar as pernas e sentir parte do percurso. E após, um pouco de turismo, claro, porque Punta Del Este é MARAVILHOSA. A noite jantei bem, deixei tudo pronto (suplementação, hidratação, roupas) e dormi cedo pq o dia seguinte seria o tão esperado: o Half Punta.
A PROVA
A PROVA Acordei 5h45, me arrumei, tomei o café da manhã e segui rumo a largada que ficava 5,5km do Hotel Conrad e do “agito” Punta. A prova seria na Praia Mansa, parada 26, quase Maldonado. Fui pedalando até lá, com a mochila nas costas, pela “Rambla” que margeia a praia mansa. Visual lindo e inspirador. Manhã fria mas de céu azul e sol. Perfeito! Porém fui me aproximando do local da largada e o vento começou a ficar forte (meu Deus, como venta naquele lugar!!!), extremamente forte. Cheguei na transição (parque cerrado)e fui informada que o triathlon havia sido transformado em duathlon terrestre porque a Prefeitura e os órgãos competentes não haviam liberado o mar, em razão do vento forte, fortes correntezas e marolas. O vento naquele dia foi o mais forte em 8 anos.Vento sul-sudeste, difícil de acontecer nessa época, segundo eles. Olhando para o mar, dava pra se ver que havia muitas marolas e que o mar puxava para o oeste, mas ondas fortes não tinham. Enfim, como corro melhor que nado, não foi de tanto ruim. Acredito que o importante é a segurança dos atletas. Se for pra se machucar, colocar em risco ou sofrer demais, melhor mesmo cortar. Lastimei um pouco porque estava doida pra entrar naquele mar azul e maravilhoso, mas, enfim, triathlon é assim. Montei minha transição e me preparei para a largada. Muito frio (12C), vento forte e pessoal motivado. Na primeira corrida (agora seriam 5.250m de corrida/90km de ciclismo/21km corrida) fui muito bem. Parti pro pedal..5 voltas de 16km e pco..A primeira volta foi bacana..só demorei pra encaixar ritmo na bike, porque “flutuava” muito com o vento.O percurso da bike era absurdamente forte.Começamos em um falso plano, mas logo pegamos os descampados com o vento direto do mar..ventos muito fortes. A primeira subida era moderada-forte, subimos um morro, de onde era possível ter uma vista fantástica de Punta. E já na sequência vinha o famoso e alto Morro Punta Ballenas. Quem já fez o GPI conhece a Subida da Rainha..mantenha a altura e prolongue a extensão, juntamente com uma curva.Pronto: é o Punta Ballenas!A vista do alto é magnífica.Vê-se Punta, Maldonado e Piriápolis.Na época de migração das baleias é dali que se pode vê-las.A descida era a melhor parte, porém com o vento forte, era difícil passar dos 60km/h na descida. Mas pior era subir novamente e voltar todo o percurso com o vento contra (pra mim ventava de todas as direções..era a prova toda segurando forte a bike). E seriam 5 voltas assim..cabeça, cabeça, cabeça e muita perna! Na volta da 3.ª, em uma reta, parei de girar para poder me acomodar melhor no selim e esticar perna..e a bike simplesmente travou!O vento era tão forte, que se não pedalasse, não saía do lugar!! Incrível! Na 4.ª volta do pedal eu já tava meio saturada...a 5.ª volta então as pernas doíam..mas jamais diminuir ritmo ou querer cansar, afinal ainda teria 21km de corrida!Fiz a transição (e cada vez mais rápida!Estou me superando nisso )e parti pra corrida. 4 voltas de 5.250m c/leves subidas s/sombra e um sol forte é desgastante. Mas encaixei ritmo já na primeira volta e mantive constante. Confesso que na 3.ª volta tive que trabalhar psicológico porque a cabeça já estava saturada. Não doía nada...mas o cansaço mental era grande p/manter um ritmo adequado de corrida.Ver minha mãe em cada retorno dos 5.250m era o que me motivava.Fim das 4 voltas correndo e partir pra chegada!Que alegria!Mais um HalfIron terminado! Hidratar, suplementar e voltar para o hotel, agora caminhando +5,5km junto com minha mãe e curtindo a paisagem!
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