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1 de mar. de 2016

Um pedacinho da Polônia

Olá pessoal,

Vamos falar um pouquinho de turismo e cultura? Afinal o esporte também nos leva a isso... Quantas provas não fazemos por lugares e cidades diferentes, treinos em regiões turísticas, ou viajamos para atrelar corrida/turismo? Sempre é bacana conhecer mais opções!!

Minha descendência polonesa é inegável, basta olhar o sobrenome (as bochechas rosadas e o gosto natural pelas cores), porém também é minha paixão por essa cultura tão rica e valiosa. Sempre que posso visito exposições, leio livros e artigos, além das memórias e histórias compartilhadas em casa. É raíz, é herança, é laço de sangue, ou seja, inevitável não se interessar. E complementando as minhas visitas e vivências na cultura polaca, no último domingo visitei a Casa da Cultura Polonesa Padre Karol Dworaczek, na Colônia Murici, em São José dos Pinhais, onde também está em cartaz a exposição "Meu coração de polaco voltou", do Paulo Leminski (que aprecio muito). 

Portal polonês na entrada da Colônia
Colônia Murici
A colônia de poloneses fica na área rural de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Distante 15km do centro da cidade e aproximadamente 15km do centro da capital paranaense.


Fundada em 1878, é a mais expressiva comunidade de origem polonesa no Brasil. Procedentes da Galícia e da Prússia Oriental (região da Cracóvia), cerca de 60 pessoas estabeleceram-se na Colônia que surgiu na terceira etapa da imigração polonesa do Paraná. Abriga também italianos vindos de Trento. 

Depois de abrir a mata fechada por araucárias (pinheiros, árvore típica da região), era preciso fabricar as residências. Estas foram feitas com os troncos destas árvores. Como não tinham ferramentas adequadas, o jeito foi usar a técnica aprendida na Europa (chamada de Dom Weglow, típica da região das aldeias do sul da Polônia), na qual as casas eram feitas em módulos de encaixe, sem pregos, e revestidas com uma “argamassa” especial.

No país de origem, a religião católica era predominante (92%). A necessidade espiritual de um local apropriado para os encontros religiosos fez com que se erguesse uma igrejinha de madeira (por volta de 1881-1884), feita pelos próprios moradores. Mas, foi com a vinda, em 1900, do primeiro pároco, padre Karoll Dworaczek, que se deu início a igreja de alvenaria da colônia, que é hoje o prédio da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.

Dedicam-se principalmente ao plantio de hortifrutigranjeiros, criação de aves, bovinos e suínos. Destaca-se a Igreja do Sagrado Coração de Jesus com sua arquitetura e pinturas internas, alguns exemplares das casas de tronco – “Dom” e outras em alvenaria com afrescos em suas paredes, a Casa da Cultura Polonesa (antiga escola) e nos fundos o cemitério, com jazigos dos primeiros moradores da região, além de manter viva as tradições.
Como vários desses descendentes eram de origem rural nos seus países de origem, os imigrantes e descendentes que se instalaram na Colônia Murici se dedicaram à agricultura, que até hoje é o setor econômico predominante na região.(Fonte: site Prefeitura SJP).

Como chegar
Automóvel: via Av das Torres/ BR 376, acesso pelo trevo do Bradesco em direção ao Caminho do Vinho. Ao chegar no entroncamento com a colônia Mergulhão (italianos) basta seguir em frente, passar pelo portal polonês e seguir as placas.  
Ônibus: Linha Murici no terminal urbano - só aceita cartão transporte. 

A Casa da Cultura Polonesa fica na Rua João Lipinski, 671, ao lado da Igreja da Murici.


Casa da Cultura Polonesa Padre Karol Dworaczek



Ela conta atualmente com 3 espaços para visitação: exposição fixa sobre a agricultura polonesa e a casa montada nos moldes polacos e a exposição itinerante (já percorreu Porto Alegre e Curitiba) de Paulo Leminski.
O acervo das exposições fixas foi doado pelos imigrantes e descendentes da própria colônia.
Aberta a visitação pública somente aos domingos, das 10h às 16h. 

Agricultura e vida no campo

Acervo sobre a agricultura
Fundada em 1878 por imigrantes poloneses, a colônia Murici tem na agricultura sua maior fonte de renda. Os primeiros produtos a serem produzidos em solo paranaense foram a batata inglesa, a batata doce e o centeio, com sementes trazidas da Polônia.

 Há em exposição vários instrumentos utilizados na agricultura, como o arado, picador de palha, gadanha, mangual, pulverizador, moedores, foices, tesouras. Todos estão numerados e há a legenda para o visitante saber o nome do instrumento, data e quem doou (poderia ter a explicação de alguns também!! Eu tive a sorte de ir com a minha mãe, que lembrava de alguns que seu avô usava e pode me explicar). 




 Esses são apenas alguns dos vários instrumentos expostos: debulhador de milho, amolador de facas, tesoura do início de 1900 e o marcador de gado.   Incrível o quanto era possível ser feito com instrumentos tão simples. E assim percebemos o quanto a evolução foi rápida no século XX e XXI. 

A Casa Polonesa
No andar superior há uma casa tipicamente polonesa montada: quartos, sala, copa, cozinha. Todos devidamente mobiliados e decorados nos típicos moldes poloneses, incluindo enxoval e algumas peças de vestuário (vestido de noiva!!), além dos utensílios de cozinha e lavabo. 

Armário com as latas de mantimentos e a decoração de papel que imitava as toalhas rendadas.

Vestido de noiva a esquerda, vestido ao centro e um roupão a direita

Copa/ Sala

Representação da religião católica na vida polonesa

Chapeleira e armário localizados na entrada das casas
É possível perceber a riqueza de detalhes nos bordados das toalhas, lençóis, colchas, bem como das roupas, além dos móveis trabalhados (na madeira), demonstrando o quão valiosa é a arte na cultura polaca. Mínimos detalhes cuidadosamente trabalhados, 

Exposição Meu Coração de Polaco Voltou - Paulo Leminski

Ela retrata a fase polaca do Leminski e conta com a história da família Leminski, chegada no Paraná, a imigração polonesa, além de um vídeo muito interessante sobre a situação da Polônia e dos seus cidadãos na época das migrações, narrado pelo próprio autor. 

Ainda, há a exposição de alguns de seus textos, tanto em português quanto em polonês, além de algumas obras e fotos do autor e da família. Interessante o quadro com a árvore genealógica de Paulo Leminski, logo no início da exposição.

Atenção, pois a exposição fica aberta até o dia 11/04/16. 



Sugestão
A Casa da Cultura Polonesa é um afago à paixão e ao amor pela cultura polaca. É ver a riqueza desse povo exteriorizada e valorizada. Sem dúvidas, uma visita que encanta os olhos e alma. Entretanto acredito que pequenos detalhes poderiam deixá-la ainda melhor!
  • Senti a falta de um espaço que falasse sobre a Polônia, desde a história (sim, muitos não conhecem além dos livros de História do Ensino Fundamental e Médio), a geografia, as principais cidades, pontos turísticos, enfim, um resumo sobre esse país que tanto a contar. 
  • Na exposição sobre a agricultura na colônia Murici, poderia haver imagens (vídeos, fotos) ou apenas um explicativo sobre a função de alguns instrumentos. Seria bem interessante mostrar na prática a funcionalidade daquele acervo incrível.  E, ainda, deixar um pouquinho mais explícito o nome de cada um. 
  • Sugestão de próxima exposição: trajes típícos e folclore.

Vista lateral/fundos da Casa da Cultura Polonesa

O que mais fazer na colônia Murici
Quem estiver em Curitiba e região, vale a pena o passeio e a visita. 
Na região também é possível encontrar restaurantes de comida caseira e também típicas, incluindo café colonial. Para os esportistas, a região garante ótimos treinos de corrida trailrun (chão batido) e mountain bike, com subidas, descidas e paisagens lindas. 

Inclusive, no próximo dia 06/03, acontecerá a tradicional Festa da Colheita. A Festa é uma expressão religiosa e cultural criada por descendentes de imigrantes poloneses e italianos, é um evento de agradecimento pelas boas colheitas.  A programação da 30ª Festa da Colheita será iniciada com missa solene, seguida pela tradicional cavalgada e desfile em agradecimento a colheita. No almoço serão servidas comidas típicas da região – como pierogi (um tipo de pastel cozido), risoto, churrasco e costela fogo de chão.

Os vídeos da exposição e da Casa da Cultura Polonesa estarão em breve no meu canal do Youtube!!
Bons treinos, bom passeio e até a próxima!


Todas as fotos e imagens são arquivo pessoal e tem os direitos reservados.


26 de fev. de 2016

Cataratas do Iguaçu

Olá pessoal,

Aos poucos vou compartilhando aqui com vocês sobre onde tenho passado e visitado, dando dicas, explicando e passando meu ponto de vista.


Arquivo pessoal - Direitos reservados

Acredito que a água exerça fascínio sobre muitas pessoas e comigo não é diferente. Quando falamos em várias quedas d'água sincronizadas em um espetáculo de som, cores e frescor, o fascínio é ainda maior. Perfeitamente ordenadas pela natureza, as Cataratas do Iguaçu constituem Patrimônio Natural Cultural da UNESCO e refletem a beleza natural e intocada que pode ser contemplada por nós. 
Todas as vezes que vou ao Parque Nacional, saio renovada e revigorada. É tanta energia boa circulando, que chega ser impossível não sair de lá mais leve (com exceção das roupas molhadas!) e energizado.

Um pouquinho sobre a história do Parque
O Parque nacional do Iguaçu, criado em 1939, pelo Decreto N° 1.035, abriga o maior remanescente de floresta Atlântica (estacional semidecídua) da região sul do Brasil. O Parque protege uma riquíssima biodiversidade, constituída por espécies representativas da fauna e flora brasileiras, das quais algumas ameaçadas de extinção, como onça-pintada (Pantheraonca), puma (Puma concolor), jacaré-de-papo-amarelo (Caimanlatirostris), papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea), gavião-real (Harpia harpyja), peroba-rosa (Aspidospermapolyneutron), ariticum (Rolliniasalicifolia), araucária (Araucariaaugustifolia), além de muitas outras espécies de relevante valor e de interesse cientifico.
Essa expressiva variabilidade biológica somada à paisagem singular de rara beleza cênica das Cataratas do Iguaçu, fizeram do Parque Nacional do Iguaçu a primeira Unidade de Conservação do Brasil a ser instituída como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, no ano de 1986.
Unido pelo rio Iguaçu ao Parque Nacional Iguazú, na Argentina, o Parque integra o mais importante contínuo biológico do Centro-Sul da América do Sul, com mais de 600 mil hectares de áreas protegidas e outros 400 mil em florestas ainda primitivas, responsabilidade ímpar para ações conjuntas entre brasileiros e argentinos nos esforços de preservação deste tão importante patrimônio mundial.




Como chegar
Ônibus
Você pode chegar ao Parque através de ônibus de linha, que parte do TTU e cruza o centro da cidade, passa pela rodovia das Cataratas até chegar no Parque. Linha 120, lado esquerdo depois que passar a catraca. É a mesma linha que faz até o aeroporto.
Custo da passagem: R$2,90.
Ao chegar no parque e descer do ônibus, você irá até o Centro de Visitantes, onde há a venda dos ingressos, lojinha e central de informações. Depois de adquirir o bilhete, você será encaminhado até o embarque nos ônibus próprios do parque (double deck), que percorrerão aproximadamente 10km  até chegar no início da trilha, que é feita a pé.  
Para retornar, basta se direcionar até a parada dos próprios ônibus do parque, no Porto Canoas, e fazer o sentido inverso da viagem.
Ônibus do PNC

Táxis / Automóveis
Seguem a mesma forma dos ônibus de linha, a partir do Centro de Visitantes. Já os automóveis poderão ficar no estacionamento (R$19,00 diária).
Transfers
Verificar com a agência o funcionamento.

Tarifas
Brasileiros
Adulto: R$31,30
Crianças (2 a 12 anos): R$8,00
Idosos (acima de 60 anos) : R$8,00
No site do parque há tabelas com valores diferenciados para estrangeiros e comunidade.
Os ingressos podem ser adquiridos também via internet.

Passeios
A trilha que passa pelas cataratas (até terminar no mirante da garganta do diabo), dá aproximadamente,1.200m. Percurso que inclui desníveis e degraus. Se for em um dia movimentado, tem que ter paciência. 
A garganta do diabo é ponto máximo. Após passar pela passarela e próximo as quedas, você chegará ao mirante, de onde terá uma visão maravilhosa das quedas seguintes. 
Prepare-se para se molhar bastante. Quem não gosta, aconselho a levar uma capa de chuva ou adquirir no próprio parque. Que não se incomoda, é melhor levar uma muda de roupa extra. 

Porto Canoas
Ao terminar o passeio pela trilha, você seguirá até Porto Canoas, uma ampla área de descanso e alimentação, incluindo a loja de lembranças e sanitários. 

Ainda, há outros passeios que podem ser feitos dentro do Parque Nacional, como o Macuco Safari (que vai de barco até embaixo das quedas)  e a Trilha do Poço Preto.
O Macuco Safari fiz em 2006 e na época gostei muito. O valor não é barato mas vale a pena para  sentir a emoção de passar próximo às quedas. Assim como na passarela, leve uma capa de chuva ou uma muda extra de roupa.

Alguns cuidados
  • Durante a trilha de 1200m será comum encontrar os sagüis. A recomendação do parque é não alimentá-los e não toca-los, afinal são animais selvagens. 
  • Use roupas confortáveis para caminhar.
  • Não descuide da hidratação e do protetor solar.
  • Se tiver alergia a insetos, é recomendável o uso de repelentes.

Lado argentino
É possível visitar as Cataratas pelo lado argentino, na cidade de Puerto Iguazu. Não tive essa oportunidade ainda mas acredito que seja belo e emocionante também. 
Sem dúvidas, a visitação ao parque é imprescindível para quem quer desfrutar de alguns momentos de contemplação da natureza em sua forma mais pura e bela. 

Até a próxima!

26 de out. de 2013

Paço da Liberdade

Olá pessoal,

skyscrapercity.com
Esses dias estava pelo Centro de Curitiba e resolvi entrar no Paço da Liberdade, antigo Museu Paranaense. Depois da reforma, que já acabou faz tempo, não havia mais ido lá. Antigamente era um museu e me recordo de ter ido muitas vezes com a minha mãe - adorava os esqueletos do segundo piso!

Pois é, uma vergonha para mim...tão perto, tão histórico, tão imponente e não havia ido lá ainda. Tinha uns 30min livre, resolvi entrar e ver como estava. Bom, antes de contar a minha aventura "reconhecendo a sua cidade", vou contar um pouquinho da história do Paço da Liberdade, que já foi sede da Prefeitura de Curitiba:

"Inaugurado em 24 de fevereiro de 1916, era a sede da antiga Prefeitura de Curitiba, com detalhes neoclássicos e desenhos art-noveau, a construção é em alvenaria de tijolos com base em blocos de concreto e cantaria.
É o único monumento do Paraná tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O projeto de restauração  respeitou as características originais do edifício e privilegia o uso público do espaço. Em 29 de março de 2009 a Prefeitura entregou o Paço da Liberdade totalmente revitalizado." (Fonte: Site da Prefeitura de Curitiba)

O primeiro prefeito a governar na nova Prefeitura foi Cândido de Abreu. Em 1974 se transformou em Museu Paranaense até fechar as portas, em 2006, para a restauração.

Após a reforma e restauro o Paço da Liberdade passou a ser gerido pelo sistema SESC/Fecomércio e hoje tornou-se espaço para palestras, cursos, concertos e exibições de filmes. Ainda conta com uma livraria, loja, internet e um café maravilhoso (vou comentar depois!)


A minha visão do Paço da Liberdade revitalizado

De fora ele já está mais imponente, bem cuidado e valorizado. Por si só nos convida a entrar.


Logo no hall de entrada já é possível ver uma escadaria maravilhosa, daquelas que te chamam para pisar, subir, olhar, tocar o corrimão. É, meio mágico mesmo. Quando você percebe já está subindo naquela imponente escada, digna de filmes e livros.


Fui subindo, nem quis saber o que tinha no térreo! (Depois eu volto e vejo!).
Logo no primeiro piso há a sala de concertos. Exuberante. Com piano de cauda e um teto pintado magnificamente a  mão. Por uns instantes você se sente até meio artista...
Pintura do teto da Sala de Concertos
Seguindo para o outro piso, há outras salas para cursos, eventos, exibição de filmes. Há também um "mini-museu" com alguns móveis históricos e livros que pertenciam a uma antiga biblioteca (classicos como Les Miserables, de Vitor Hugo):



Ainda se tem uma vista linda do calçadão do Mercado das Flores:


E também da Praça Generoso Marques, com a estátua do próprio ao centro:


No último andar há uma exposição de fotos e outra de imagens, que fazem parte da Bienal de Curitiba de 2013. 

" O Sesc Paço da Liberdade é esse ano um dos locais que recebe a Bienal Internacional de Curitiba. O espaço de exposições do edifício vai abrigar a exposição idealizada pela curadora associada Tereza Arruda: Construções de Ilusão dos artistas Max Sudhues, Kim Fielding e Jitish Kallat ." (Fonte: SESC)

Ah sim, voltando ao térreo...

No hall de entrada já temos uma orientação geral sobre o Paço bem como as direções para onde quiser ir. 

A histórica placa de fundação:

E, por fim, e não menos importante, o café. Ah, o Café do Paço. Ali eu tirei uns minutos do tempo que eu nem tinha para contemplar um lugar que eu ainda não havia perecebido na nossa capital. Lembrou-me muito aqueles cafés europeus, principalmente Paris, que ficam escondidinhos e que são extremamente aconchegantes e não te dão vontade de sair mais dali. 
Indicado pela Revista Veja Comer & Beber Curitiba, realmente vale a visita. Embora a tentação tenha sido ENORME, não furei a dieta de atleta ( proud!) e fiquei com um expresso mesmo (e fiquei tão agraciada com o local, as pessoas e o atendimento, que guardei o celular e não tirei foto - my bad!). Sei, sei, uma tremenda heresia ficar no little coffee mas o horário era curto, a dieta tá em dia e os treinos seguem fortes. Ficou o pretexto para retornar em breve e degustar alguma daquelas maravilhas do cardápio.

Então vamos ao que interessa: 
Onde fica o Paço da Liberdade?
Praça Generoso Marques, 180, Centro, próximo ao Setor Histórico.

Como eu chego?
Ônibus até Praça Tiradentes/ Catedral - seguir pelo calçadão do Mercado das Flores até a Praça Generoso Marques.
Ônibus até Terminal Guadalupe - subir a Rua João Negrão até a Rua XV de Novembro, sentido a esquerda seguir até a Barão do Rio Branco. À direita já estará a Praça.
Linha Turismo
Automóvel: vários estacionamentos na região.

Horário de funcionamento (do Paço e do Café):
3ª a 6ª, das 10h às 21h.
Sábados das 10h às 18h, Domingos e feriados, das 11h às 17h

Mais informações: SESC Paço da Liberdade

Divirtam-se! Sejam turistas na sua cidade também! Vale a pena!