17 de fev. de 2016

4km Desafio das Águas Itapema

Como boa aquariana, nadar pra mim é estar no meu aquário, só eu e a água, naquele mundo intocável e inatingível. Nadar em águas abertas, no mar pra ser mais exata, me traz a sensação mais plena que vida pode ofertar: paz, felicidade, gratidão!

No último fim de semana participei da travessia de 4km, da Correr e Nadar, em Itapema/SC. Estava no litoral para comemorar meu aniversário (12) e essa prova não podia ter caído em melhor data! Itapema por si só já me traz lembranças incríveis pois passei verões memoráveis por lá e matar saudades dessa praia após tantos anos foi um presente e tanto!

ITAPEMA/SC

www.portalcamboriu.com

Canto da Praia

Pra quem não conhece, Itapema fica a 15km de Balneário Camboriú, com acesso via BR 101. Limita-se também com Porto Belo e junto com Bombinhas faz parte da "Costa Esmeralda" do litoral catarinense.

O município se divide nas praias: Canto da Praia, Central e Meia-Praia (onde está o agito maior). A travessia foi no Canto da Praia, local de águas calmas, limpas e de temperatura agradabilíssima para a época. 



A TRAVESSIA

Travessia, independente da distância, pede respeito. Quando você cai no mar, você está adentrando um ambiente que não é o seu, como se fosse a casa de alguém na qual você é visita. Dessa forma, respeito e cuidado é essencial para sermos bem recebidos. 

Foto: Correr e Nadar
O dia amanheceu agradável, levemente encoberto e sem vento. Mar limpo e liso, com poucas correntes. A prova era marcada por ser um "desafio" haja vista o tipo de percurso, a dificuldade na orientação e a estratégia de prova a ser tomada.

Percurso da prova - Foto Correr e Nadar
 Pra mim, ótimo! As melhores provas são essas: sem muitos caiaques em volta, sem muitas bóias pra se soltarem ou virarem em cima de você, sem barcos acelerando aquele cheiro de combustível, enfim, sem"extras" que mais atrapalham do que ajudam (a mim, pelo menos). Acredito que o "barato" de provas outdoors seja esse: estar ao máximo em contato com a natureza e saber se virar nela. 

Foi a primeira vez que participei de uma prova da Correr e Nadar e gostei muito. Bem estruturada e organizada, entrega de kit ágil, bóias bem colocadas e afixadas - e o que me chamou a atenção: com a corda voltada para o lado onde NÃO passavam os nadadores!! Isso é um detalhe que ajuda muito. Não há nada pior do que passar por uma bóia e se enroscar nas cordas ou ainda a boia estar murcha e com o vento, deitar sobre você. Não vou nem comentar sobre provas que não afixam as bóias e elas seguem junto com os nadadores (ainda bem que não foi o caso, UFA!).


kit - arquivo pessoal

O kit também foi bem bacana: camiseta da prova em dry fit, touca personalizada, chip e numeração em adesivo. Aferição de resultados em tempo hábil e premiação rápida, sem delongas (que vamos combinar: torna qualquer prova absurdamente cansativa!). Na chegada dos nadadores havia uma farta mesa com frutas frescas, suco e água gelada. 



Arquivo pessoal
E pra coroar esse dia maravilhoso, conquistei o 2.º lugar geral da prova de 4km. Fiquei feliz com o desempenho e mais ainda, em ver que todos os treinos planejados pelo meu treinador, San Palma - Carla Moreno Team, estão tendo resultados. Não é fácil e nunca será. Quem me acompanha pelo Snapchat e pelo Instagram (@vividombrowski), sabe que a maioria das fotos e videos são sobre os treinos de natação. 

São 5x a 6x na semana imersa no cloro, na maioria das vezes sozinha no clube, esperando o horário de abrir e em, outras, nadando até fechar. Natal, Ano Novo, Carnaval...não teve folga. Frio, garoa, piscina aberta e gelada...teve de tudo. Teve infinitos azulejos contados, teve dor, cansaço, fome, alergia, dor de novo, cansaço mais uma vez. Mas como eu sempre digo, depois que o objetivo é alcançado, a gente nem lembra das pelejas!

E sempre conciliando com os treinos de corrida, ciclismo e com a vida pessoal e profissional (porque empreendedor não tem férias nem feriado - Ah, falando em empreendedorismo: pra quem ainda não acompanha, segue lá: @vivitri_handmade no IG e Vivitri Handmade Fan Page). 

Sem dúvidas, uma excelente prova que abriu muito bem a temporada 2016. E feliz por conhecer mais um circuito e organização pra quem gosta de se colocar a prova e testar seus treinos e limites, sempre com segurança. Parabéns Edgar França, da Correr e Nadar, pela organização. Ah, e pra quem curte SUP, a Correr e Nadar também organiza as provas/desafios pra vocês! No domingo pude assistir a prova de SUP em Itapema e me amarrei! Só não fui porque não tinha a prancha! hahaha (mentira, não passaria de 200m porque não tenho treinado!! hahaha). 

Gratidão ao coach San Palma pela dedicação integral aos seus atletas, pelos treinos inteligentes, por ouvir, acudir, ajudar e tornar nossos sonhos possíveis. Sem dúvidas, esse troféu é seu também! Amiguinhos e amiguinhas, que me acompanham por aqui, Facebook, Instagram, Snapchat e pessoalmente: gratidão! O carinho e comentários de vocês fazem a diferença! E, acima de tudo, gratidão a Deus pelas oportunidades abençoadas que tenho no meu caminho! 


Até a próxima, bons treinos e boa contagem de azulejos!






10 de fev. de 2016

Quebrei no treino! E aí?

Quando estamos treinando para uma prova específica, é normal que nossas cobranças pessoais aumentem também, afinal há tantos fatores envolvidos na preparação (tempo, família, amigos, treinador, situação financeira, empenho pessoal, abdicações) que queremos que tudo saia da melhor maneira possível. Se estivermos falando de uma prova longa ou difícil, como um Ironman, a pressão aumenta. Se for no exterior, então...

Esses dias, uma amiga comentou comigo que havia "quebrado" em um pedal de 120km, pois havia sobrado e terminado um pouco antes de fechar o treino. Sem dúvidas, quando acreditamos estar treinando bem e algo assim acontece é uma "ducha geladona" , como ela mesma definiu. Ficamos chateados e a confiança abala... Hmmm, mas será que tem que abalar mesmo???

Quando isso não se torna algo comum, repetitivo nos treinos (porque se tornar típico, há algo errado e que precisa ser investigado!!), pode se tornar um bom aliado para nosso psicológico. Situações pontuais que fogem daquela fase "redondinha" de treinos, só tem a nos agregar e ensinar. Quando um fato ruim acontece durante um treino, mexe com seu psicológico, que está ali naquela zona de conforto da confiança. O atleta está lá, curtindo as médias altas, pace baixo, FC controlada, ou seja, pra ele está tranquilo, está favorável. De repente...páh! Essa zona da confiança sofre um impacto e o atleta tem que saber como lidar rapidamente para controlar essa situação, sob pena de comprometer todo um trabalho conquistado até então. 

www.g1.globo.com

Comparando, imagine que você está confortavelmente sentando a mesa, fazendo uma refeição, e o cano da pia da cozinha estoura! Você tem que agir rapidamente ou o aguaceiro irá danificar toda a cozinha (quiçá a casa), além do desperdício de água. E depois, de resolvido, você sente mais capaz porque agiu rápido para conter o incidente. 



bicycleslovegirls.tumbrl.com


E assim acontece quando algo ruim acontece nos nossos treinos: eles nos fortalecem porque temos que agir rapidamente para saná-los. Assim, se acontecer na prova, você já saberá como lidar e isso não afetará seu desempenho na competição, pois já vivenciou nos treinos. Idem em uma corrida, se um longão não fechou a km total, um treino de tiro não saiu "pra morte", o ritmado virou regenerativo, reconheça o que houve e aja para solucionar. 
Foi psicológico? Se sim, avalie o que o perturbou...stress, problemas pessoais, algo que aconteceu no local. 
Foi físico? Caso afirmativo, verifique o que aconteceu, faça os ajustes e, se necessário, e procure ajuda profissional. 

Ademais, se o corpo estiver cansado, vale a pena considerar um recovery sob pena de comprometer todos os treinos vindouros. Manter um feedback com seu treinador e informar a ele os altos e baixos é essencial para que a periodização seja bem feita e o atleta aproveite cada treino a seu favor. Insistir em algo que não está bom, nem sempre é persistência...Diminuir volume de treinos enquanto amigos e colegas estão se esguapelando nos tiroteios em pista não é fraqueza. Cada um tem seu biotipo, seus problemas, sua vida. Por isso, confiança no seu treinador e diálogo com ele são fundamentais para que ele possa conhece-lo e traçar a melhor periodização.

Sempre penso que o que for ruim, que aconteça no treino e não na prova. Logo, o que resta é aprender para prevenir ou saber solucionar. E aí, quebrou? Legal! Experiência adquirida, mente fortalecida e auto-conhecimento aprofundado. 

Bons treinos e até a próxima!

8 de fev. de 2016

Turismo em Curitiba, cultura e corridas - Bosque João Paulo II


Olá pessoal,

Nesse Carnaval me propus a "turistar" por aqui mesmo. Visitar locais que há tempos não ia, rever outros que gosto muito, enfim, dar uma olhada no que Curitiba tem a oferecer em um feriado prolongado. Além do mais, redescobrir pontos turísticos além de ser um grato presente a nós mesmos, pode ajudar a quem não conhece Curitiba, a conhecê-la com outros olhos. Quantos de vocês não vem para cá para maratona, meia maratona, triathlon no litoral ou a trabalho, ou simplesmente a passeio? Então, bora conhecer um pouco mais!

Como estou no resgaste pelas tradições culturais familiares, ou seja, conhecer um pouco mais das culturas das quais sou descendente:  polonesa e austríaca/alemã.  Pensei no que fazer e eis que o Bosque do Papa me chamou. Chegando lá, parece que ele me olhou e disse, em tom saudoso e nostálgico:


"Há quanto tempo você não vem me ver???" E a resposta foi rápida: "há tanto tempo que já está na hora de dar um abraço apertado"

Visitar o bosque do Papa é uma viagem na cultura polonesa e um acalento para nós, da geração mais jovem e distante da terra que carregamos no sangue.

Arquivo pessoal

BOSQUE PAPA JOÃO PAULO II

Bom, pra quem não conhece, o Bosque João Paulo II fica no bairro Centro Cívico, atrás do Museu Oscar Niemayer e tem duas entradas: uma justamente saindo do MON e atravessando o ParCão, pela Rua Vieira dos Santos, e outra pela Wellington Viana com acesso pela Rua Mateus Leme. 

Se entrar pela rua Viera dos Santos, terá o prazer de percorrer uma pequena trilha pavimentada por dentro do bosque, até chegar ao miolo onde está o museu da cultura polonesa, a capela, os paióis e a administração (ah, e os sanitários!).  Já pela outra entrada, o acesso é direto passando pelo portal de homenagem ao bosque (cuidado ao cruzar a ciclovia!). A linha turismo tem a parada nessa entrada.

História do bosque

Arquivo pessoal
O Bosque João Paulo II, inaugurado em dezembro de 1980, não só eternizou a passagem do Papa por Curitiba em junho de 1980 quando ele visitou a casa típica polonesa montada durante a solenidade no Estádio Couto Pereira, como presenteou a cidade com uma linda homenagem à colônia polonesa.

O projeto do paisagista Burle Marx, que fiscalizou pessoalmente os trabalhos de limpeza do Bosque, teve como prioridade a preservação da mata nativa, além do plantio de novas mudas de pinheiros (Araucária angustifolia). Outro destaque são os plátanos (Platanus orientalis), com porte bem desenvolvido e introduzidos no local há dezenas de anos.

  • Área: 48.000 m2
  • Localização: Rua Mateus Leme X Rua Vieira Santos X Rua Mário de Barros
  • Bairro: Centro Cívico
  • Ano de Implantação: 1980
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Os pássaros se fazem presentes através de sabiás, bem-te-vis, coleirinhas, chupins, tico-ticos, canários-da-terra, sanhaços e pica-paus.
  • Flora: Plátanos, araucária, cedros, pitangueiras, carvalhos, cerejeiras, ipês, tarumãs, uvas do japão.
 (Fonte Prefeitura de Curitiba)

O que fazer

No "centrinho" do bosque, nomemorial da imigração polonesa, há algumas casas típicas polonesas, onde estão o museu, capela, paiol com instrumentos de trabalho, administração. Elas ilustram o início da colonização polonesa em Curitiba e região ( 1878) e eram feitas de troncos de pinheiros encaixados, um a um. A maioria servia como paiol.

arquivo pessoal


 As de coloração branca eram moradia e assim se diferenciavam das de madeira, por terem barro fechando os encaixes das madeiras e a pintura com cal para conservar o calor dentro da residência.

Casa com paredes calfinadas para
conservar o calor. 

Em uma das casas, que foi visitada pelo Papa em sua vinda a Curitiba (1980), foi criada a capela em homenagem à Virgem Negra de Czestchowa, que é padroeira da Polônia. Também conhecida como Nossa Senhora do Monte Claro, a ela são atribuídas inúmeras graças, inclusive a proteção da Polônia durante o comunismo um pouquinho mais sobre ela). Esta casa foi montada no estádio Couto Pereira, onde houve a missa campal e logo depois foi montada no bosque e visitada pelo Papa.

Arquivo pessoal
Há também o museu agrícola, com utensílios usados na lavoura e no dia a dia do início da colonização (como a pipa de azedar repolho, carroça, moedor de milho, amolador de pedra, etc.), e a reprodução de uma casa e alguns mobiliários domésticos (proibidos de filmar ou fotografar). Mas já era possível perceber o cuidado com detalhes, acabamentos em meio a simplicidade do povo polonês. 

Pipa de azedar repolho

Instrumentos em geral


Andando mais uns metros, há um memorial ao Papa João Paulo e também uma estátua de Nicolau Copérnico, cientista polonês.

Nicolau Copérnico
Memorial em homenagem a João Paulo II
Para quem gosta de lembrancinhas e souvenirs, há a lojinha com produtos artesanais locais, como as Pêssankas, bonecas, biscoitos, objetos decorativos. 

E é claro que no bosque João Paulo II também acontecem comemorações e festas típicas polonesas, com apresentação de grupos típicos, além da culinária polonesa conhecida pelo pirogue e os doces típicos. A Páscoa, comemoração da vinda do Papa João Paulo II a Curitiba, Padroeira da Polônia e São Nicolau são algumas dessas comemorações (e vamos acompanhar todas elas!!!). 

Saindo de lá, quem quiser pode passar pelo MON - Museu Oscar Niemayer. Tem duas exposições bacanas de fotografia: Gluck, o tempo e a imagem, de Guilherme Gluck e a Polaroids, de Charif Benhelima. 
Quando chegamos ao MON, após o bosque, as filas para comprar ingressos e para entrar, estavam enormes. Deu aquela desanimada... Eu imaginei que estaria cheio por ser o primeiro domingo do mês (costuma ser gratuita a entrada porém agora é somente até as 13h!!!!) mas era movimento mesmo. 
Fica para a próxima! 

Como chegar no bosque
Linhas de ônibus: Mateus Leme, Taboão, Abranches, Vila Suiça (horários e itinerários)
Automóvel - estacionamento do parque e nas ruas da região.
Bicicleta - há ciclovias que levam até o bosque. 

Horário
Segunda a domingo. 

Para os corredores de plantão

Há várias corridas que saem da região do MON e bosque do Papa e que passam por eles também. Dentre as que já participei, são elas: Meia maratona de Curitiba (largada e chegada no MON), 25km de Curitiba e Revezamento entre Parques (Largada entre o MON e o Bosque), Maratona de Curitiba (passa pelo MON). 
Maratona Curitiba 2010
Meia Maratona Curitiba 2013

Largada 25km Curitiba - 2015

Até a próxima! Bons treinos e bom turismo!

2 de fev. de 2016

Organização e cuidados de equipamentos - parte I


Olá pessoal!!

Tirando o pó aqui do blog, afinal já estamos em fevereiro e estou devendo muitos posts bacanas, inclusive da última maratona (my bad!). Mas como não quero deixar nenhum detalhe legal de lado, ainda estou compilando as fotos e anotando os detalhes... enquanto isso, fica minha pergunta: onde vocês guardam suas coisas de treino? 


Vamos combinar que triatletas juntam muita, mas muita "tralha" inerente ao esporte, não é? Equipamentos de natação (palmar, poolbuoy, pranchinha, nadadeiras, toucas, óculos, maiôs/sunquinis/sungas), ciclismo (câmaras, pneus, bombas, ferramentas, caramanholas, etc etc - essa é a maior lista!!) e corrida (tênis, meias, viseiras, bonés, buffs no inverno, óculos de sol, ipod ).  Não sei vocês, mas eu sou muito organizada nesse sentido... Acredito que profissional e esportivamente sou a mais organizada. Gosto tudo arrumado, no seu lugar e ai!!! se alguém mexer...hahahaha

Bom, hoje vou mostrar onde organizo e guardo meus equipamentos de natação. Onde eu treino, tenho que levar o que vou usar, ou seja, acabei comprando tudo o que era necessário: palmares, poolbuoy, pranchinha, nadadeiras, snorkel. Os demais apetrechos, todos temos: toucas, óculos e vestuário. 




 A maneira que encontramos para guardá-los foi justamente essa: uma prateleira, daquelas vazadas e com ganchos (tipo de loja!!).

Assim os materiais ventilam, como as nadadeiras, os pares de palmares, o poolbuoy e a pranchinha. E se ficar alguma água remanescente, escorre e seca. 

E nos ganchos posso aproveitar para pendurar os óculos e os prendedores de cabelo (porque a juba tem que ficar presa pra caber a touca, né?)

Assim também arejam e não tem perigo de pegar algum fungo ou bolor. 


Quando preciso me ausentar por mais tempo, aí sim coloco-os em plásticos e as toucas e os óculos, guardo em uma gaveta. 

Uma maneira bacana de deixar as toucas e também os prendedores e óculos é naqueles "mini-varais", de pendurar em qualquer cantinho, sabem? Ajuda muito pois fica sempre a mão , seca e ventila. Lembrando que sempre que lavar as toucas, é interessante secá-las por dentro para evitar que grudem e acabem partindo, quando puxar. 

As toucas que não estou usando, ficam devidamente guardadas em gavetas.

Já a parte de vestuário, essa é direta para lavar e secar a sombra na área de serviço.  Sol nem pensar e secadora menos ainda...a não ser que tenham um desapego grande com maiôs, sungas e sunquinis...rs


Bom, como eu nado praticamente todos os dias, o máximo que faço com meus equipamentos é lavá-los em água fria corrente e secá-los com um pano macio.  Justamente para tirar o cloro (sim, onde eu nado é clorina pura, daquelas de derreter a alma) e conservá-los inteiros por mais tempo.

CUIDADOS:  quem nada sabe que por melhor que seja seu equipamento, ele requer cuidados, ainda mais se em contato com cloro, maresia ou sol. 

Ah, e solucionando o mistério que deixei lá no Snapchat ( @vividombrowski), me diz...alguém conhece esse master apetrecho aqui:
O que é? O que é? (rufando os tambores....)... É o meu super moderno CONTADOR DE SÉRIES na piscina ( e na pista de corrida!) importado e de última geração!! Hahahaha

Pois é, não uso Garmin, Polar ou nada similar. Como na piscina, as vezes o coleguinha da raia do lado monopoliza os separadores ou quando nado em piscina que não tem raia divisória (como é a piscina externa do meu clube), o jeito é apelar para o contador... Via de regra, treino minha concentração justamente para não me perder na contagem. Mas as vezes pode haver uma distração e aí entra em cena o apetrecho acima.

O importante é cada um achar o que é melhor pra si mesmo, adequar-se e ser criativo. Muitas vezes um espaçozinho de nada, ou um cantinho esquecido, pode ser um super aliado para organizar suas coisas. Não precisa de muito, não. Basta analisar e colocar as mãos a obra! 

E aí, tem alguma dica bacana? Compartilhe conosco!

Bons treinos e até a próxima!

23 de nov. de 2015

Paciência, a grande guerreira



[CRÔNICAS DAS CORRERIAS]

Choveu a noite inteira mas aos poucos os pingos foram acalmando e, um a um, sumindo por completo. O céu clareou, a manhã se fez presente e o sol, sorrateiro,  deu seu bom dia juntamente com o azul que teimosamente insistia em permanecer na segunda-feira. Encantada com a paisagem que se formou tão cedo, saí para correr. Ao chegar na esquina, me deparei com os raios de sol que transpassavam uma árvore e iluminavam toda a rua. E quanto mais corria, mais aqueles raios insistiam em me acompanhar e aquecer. Porém na metade do percurso, o céu azul foi vencido pelo cinza, as nuvem carregadas ressurgiram e aqueles raios de sol tão amistosos se despediram, dando lugar àqueles pingos de chuva sorrateiros que decidiram voltar. A paisagem tão iluminada, digna de uma primavera, deu lugar ao cinza úmido. E eu terminei o treino, encharcada, num misto de transpiração e chuva, porém grata pela oportunidade de iniciar a manhã de uma forma tão maravilhosa.

E toda essa narrativa de alguns kilometros, me fez pensar muito, principalmente o quanto somos pequenos diante da imensidão e do poder da natureza. O que nos resta senão contemplar cada momento, absorver dele a sua energia e saber que cada situação traz consigo algo positivo. Não temos o poder de fazer as coisas acontecerem no NOSSO tempo mas temos o poder de aprender com cada etapa desse tempo.  

Paciência, persistência e resiliência. Nenhuma evolução e nenhum objetivo se alcança sem elas. Ter a paciência para fazer cada treino (principalmente nos macro ciclos), persistir quando as condições não são as mais favoráveis (clima, problemas pessoais, profissionais) e quando algo não der certo, voltar pro rumo e continuar. O caminho é árduo, a paisagem muda, os obstáculos surgem, mas nos mantemos ali no percurso, seguindo pacientemente, persistindo nas dificuldades e se refazendo a cada tropeço. 

"Os mais poderosos guerreiros são o tempo e a paciência", disse Tolstoy. O problema é que há muitas guerras e cada vez menos guerreiros, por falta de tempo em se dedicar a algo de coração e por não haver paciência de seguir até o final, enfrentando todas as interpéries. 

5 de out. de 2015

(N)As quebradas da vida


Sempre acreditei que cada experiência traz sempre uma lição, boa ou ruim, ela deixa um aprendizado. Infelizmente aprendemos mais com as situações difíceis do que com as boas mas talvez seja por isso que as ruins surgem na nossa vida: para agregar. Sim, experiências densas também agregam, aliás são as que mais contribuem para o nosso crescimento e nossa melhora pessoal e profissional. Os períodos mais pesados são aqueles que nos forjam, que nos tornam mais fortes e também mais sensíveis aos bons momentos. São eles que nos despertam uma vontade de mudar, de evoluir, de tentar algo novo.

Quantas pessoas começaram a praticar atividade física depois de algum problema de saúde? Quantas iniciam um projeto engavetado há tempos em razão de alguém?  Ou quantas pessoas não enfrentam um trauma por necessidade? A vida é surpreendente pois quando menos se espera: pá! A gente se obriga a agir e a se reinventar. Não tem aviso, preview, anúncio...ou você age ou morre na praia.

Na última maratona, o psicológico me boicotou no km23. Quebrei ali, andei e pensei no que fazer...Desistir não era opção mas a cabeça não estava colaborando. Eis que apareceu um corredor e me puxou do buraco negro até conseguir sair daquele looping mental e continuar a correr bem. Esse fato ficou na minha mente por dias...Não encontrei explicação para eu ter caido no km23 mas encontrei uma lição para a vida. 

E ao fazer uma analogia com ela, mais uma vez entendi que por mais denso que seja o momento e a situação, só cabe a nós resolve-la. Teremos sim pessoas que nos ajudarão e apoiarão mas o sucesso mesmo só virá se estivermos dispostos a lutar, a vencer medos, preconceitos e, principalmente, a insistir. E por pior que possa parecer, sim, teremos forças para lutar e batalhar até o fim. Por mais que a cabeça diga "não dá", sim, insista, lute, enfrente, porque ela consegue sim.

Foto: Rick Nogueira
No último domingo matei as saudades do Circuito de Corridas de Rua da Prefeitura de Curitiba. Foi onde comecei há mais de 12 anos e há alguns outros estava ausente. Realizada no 20.º BIB, é uma prova que sempre traz boas lembranças...sempre com uma energia bacana e muitas subidas e descidas (que não dá pra esquecer mesmo!). Depois de chegar, sentei na arquibancada e assisti a chegada de muitos outros corredores... 

Cada um que cruzava o pórtico, manifestava-se de alguma forma e eu me perguntava: "o que o fez correr esses 10km?" ou "porque será que ele (a) está comemorando tanto?", Por trás de cada vitória pessoal tem uma história surpreendente, pode apostar. Pudera eu saber um pouquinho mais sobre cada sorriso daqueles... Fiquei ali um bom tempo, olhando aquele espetáculo um pouco mais de longe; contemplando tanta alegria, tantos sorrisos; e absorvendo tanta energia  do bem (porque se há um lugar que exala boa vibração é uma corrida de rua). 

E então, ali sentada, finalmente entendi que essa é a mágica da corrida: curtir cada momento com muita alegria. Cada um corre por um motivo e almeja cruzar o pórtico por alguma razão, independente da distância. Não somos nada diante da dimensão dessa vida e o mínimo que devemos ter é humildade diante dela. E reconhecer que se algo não der certo, será que o que achavamos certo, realmente era? 

Bom, agora terei que pensar a respeito dessa resposta... quem sabe numa próxima corrida, numa dessas quebradas da vida... 

Independente da prova ou da distância, sorriso no rosto, alma leve e coração grato sempre. 

Bons treinos! 
"Enjoy your journey, enjoy the life."

1 de out. de 2015

Maratona de Foz do Iguaçu

eucorro.com
Demorei mas cheguei para o release da Maratona de Foz!

Na verdade, queria "absorver" essa prova que foi muito intensa, não só por ela em si mas pelo contexto em que ela ocorreu para mim. Eu não queria ter ficado internada uma semana antes, com medicação pesada na veia, tão pouco passar a semana a base de antihistamínico, corticoide e antiinflamatório. Para quem não sabe, duas coisas: odeio tomar remédios, só tomo em caso de extrema (muito extrema) necessidade; e fui picada por uma abelha e sou alérgica, tive reação pesada e por isso passei o domingo hospitalizada.


Mas vamos lá, porque o post é sobre a queridinha, super super, mãe de todas as corridas: MARATONA (yeaahhh!).

A maratona internacional de Foz do Iguaçu era um sonho antigo. Amo essa cidade, já fui algumas vezes e me identifico demais com a região e com a população. Não sei, é daquelas cidades que te abraçam e você se apaixona. A ideia era ter corrido ano passado mas em função da Copa do Mundo, ela foi cancelada, então deixei para 2015. Como decidi fazer a travessia de 8km de Bombinhas antes da maratona ser confirmada, tivemos um belo desafio: duas provas longas em um mês. Mas o coach San Palma disse que seria possível...e foi! Planejamento de treinos foi perfeito e o desafio foi concluído com saúde, qualidade e rendimento!!

Organização

Organizada pelo SESC PR, a maratona de Foz do Iguaçu é simplesmente impecável. A começar na chegada no aeroporto, onde havia o transfer gratuito em vans e micro ônibus para os hotéis conveniados, e uma equipe alegre e sempre pronta. 

Para buscar o kit no SESC (que fica mais afastado do centro da cidade), também havia transfer gratuito, de hora em hora, bem como para o retorno (sempre aos hoteis conveniados). 

Como a largada era bem cedo, a partir das 6h e encerrando as 6h30 para as categorias, a organização disponibilizou ônibus saindo dos mesmos hoteis até a largada, as 4h30 e 4h45, os quais passavam pontualmente, bem como o "ônibus carona", no retorno das Cataratas para o hotel. Este eu fiz uso e foi uma super ajuda!!! Para quem não conhece, o parque das cataratas é bem afastado do centro da cidade e, logo, dos hoteis conveniados. Pegar ônibus de linha, depois de 42km, suada e molhada da chuva seria tenso...e táxi, muito caro. O transfer da organização foi perfeito. Para a largada, pegamos carona com um grupo de corredores de Itararé, que tinham van própria, e chegamos mais perto do horário da largada (obrigada pessoal!!!!). 

Kits
A retirada dos kits estava bem organizada ( no sabado inicio da tarde), todos muito prontos e educados. O kit era composto pelo chip, numeral de peito, camiseta e mochilinha. Eu achei super a contento, em relação ao valor da inscrição.  Na retirada, ainda pude conhecer o mito das corridas de rua no Brasil, Gregório Lavandoski, que estava divulgando a Maratona do Vinho, em Bento Gonçavels (passem no site pra dar uma olhada!).
Arquivo pessoal

Prova

Depois da chuva moderada da madrugada, o dia amanheceu sem chuva, quer dizer, com alguns pingos esparsos. Clima ameno, sem sol, perfeito para correr. Durou alguns kilometros até que a chuva fina apareceu para refrescar...e durou o resto da prova, as vezes mais forte, outras mais fraca, mas o suficiente para ir encharcando roupas e tênis. 

Com postos de hidratação a cada 3km, ninguém ficou sem água. A partir do km 15, também havia coca-cola, isotônico e no km 21 frutas. Ou seja, sem perrengues para ninguém nos 42km.

Percurso
Divulgação
O percurso é lindo. Saímos do SESC, fomos até a Itaipú (onde seria a largada originalmente mas em razão da greve, não poderia ser feita lá) e seguimos em direção ao parque das cataratas, cruzando todo o centro da cidade e a rodovia. 

O percurso estava fechado parcial e totalmente (em alguns trechos) para os corredores. Não tinhamos que nos preocupar com motoristas xingando, acelerando, cortando nossa frente ou tentando invadir nossa pista. Excelente trabalho da PRF, GM e Exército. 

eucorro.com
Sim, há muitas subidas e descidas. Ao contrário da maratona de Curitiba, as subidas de Foz são fortes e sequenciais. Não há "plano" pra dar aquela descansada, recuperada. É literalmente um "sobe-desce". Cansa bastante mas o cenário da chegada compensa!! Cruzar o pórtico em frente as cataratas, não tem preço (aliás, tem, 42km...hahaha). Eu arriscaria a dizer que Foz é mais pesada do que Curitiba (minha opinião, sem polêmicas, por favor!).

Se eu voltaria? Sim!!! Não sei se ano que vem ou em outro...mas voltaria sim, sem dúvidas. Cidade fantástica, energia positiva sem fim, extremamente bem organizada e com respeito total ao corredor! 

Eu não fui tão bem quanto gostaria, até porque não tinha uma meta exata de tempo. Fiz uma prova forte um mês antes, fiquei  hospitalizada uma semana antes...Sabia que tinha "pernas e cardiorrespiratório" para completar mas meu psicológico deu uma baqueada no km23. Como nunca estamos sozinhos nessa vida, tive o privilégio de ser "encontrada e puxada" por um corredor que me salvou daquele buraco negro mental...rs Entre conversas, trocas de experiências e algumas risadas, o psicológico voltou pro lugar e foi hora de auxiliar aquele mesmo corredor a concluir sua primeira maratona!

Quando eu corri meus primeiros 42km, tive a sorte de ter um anjo que me puxou no final e que sou grata até hoje. Neste ultimo domingo tive também a oportunidade de retribuir, seis anos depois, a "puxada" final na maratona e ver a alegria e a emoção da primeira maratona concluída, nos olhos de alguém. 

Nada é por acaso. E como eu sempre digo, maratona é uma lição de vida...muita coisa acontece em 42km...muita coisa MESMO! Eu sou grata por estar cercada de pessoas boas e poder conhecer tantas outras. As vezes é bacana se desligar do "tempo" e curtir o que a prova pode nos trazer: amizades, superação, autoconhecimento, fortalecimento. É naquele momento que você "quebra", que você percebe que pode sim ir mais longe...basta respirar, pensar, aquietar que a solução aparece ( e te chamando até de "guerreira!"). Talvez seja por isso que goste tanto de maratona...após esta 13.ª, a única certeza que tenho é que quero mais 13...depois 13...e outras 13!

Arquivo pessoal
Minha gratidão imensa ao coach San Palma (Carla Moreno Team) por tornar possível mais um sonho e me auxiliar a concretizar mais um desafio. Treino inteligente é isso!  Gratidão também aos amigos que vibram e comemoram junto cada conquista e aos novos amigos que chegaram com essa maratona. Aos meus pais, pelo suporte nas loucuras e curtição com as conquitas. E a Deus, infinitamente. 

Parabéns a todos que concluíram a prova ! Parabéns ao SESC PR pela excelente organização e acolhimento! Reconhecimento também ao trabalho da PRF, GM, Exercito e PM no percurso da prova. E também a equipe do Hotel Águas do Iguaçu pelo tratamento dispensado e educação de seus colaboradores.

Bons treinos e até a próxima!





25 de ago. de 2015

Desafio de natação 8 km solo Bombinhas

Tirando o pó do blog com muita água...aliás, água e sal! Não tem combinação melhor!!
Mariscal/Bombinhas - Arquivo pessoal

No último domingo participei do 3.º desafio de natação de Bombinhas, também conhecido por Rally Aquático ou como carinhosamente minha mãe denominou: "segura na mão de Deus e vai".  E só na hora pude dar total razão ao termo... 

Láaaaaa trás, no sombreadinho atras do morro. Contorna e volta. 
Organizado e promovido pela Travessias Bombinhas, organização na qual tive o privilégio de estrear em águas abertas há mais de dez anos e que confio, a prova foi dura, desafiante porém maravilhosa. Quando o Teco falou isso ao microfone (que a ansiedade e o nervosismo eram grandes mas o percurso valeria a pena)  duvidei...hahahaha. Mas ele estava certíssimo.

Travessias Bombinhas
A prova de 8km tinha largada na praia da Conceição (Mariscal), contornava o morro , a ilha do Macuco e retornava para a praia. Fácil, mas não. O mar estava muito mexido, ondulação alta, sacolejando como um carro num rally, mesmo! Foi dificil se estabilizar e encaixar técnica no início. Depois que encaixou o ritmo não dava pra parar, nem para suplementar. Era vencer o mar aberto, as ondulações, se localizar pelo relevo natural (não tinha bóias!) e seguir a estratégia pensada para o percurso. 


Umas horas estava totalmente sem noção de distância percorrida e perguntei ao caiaqueiro se ja haviamos passado pela metade. Ele: "vixi, faz tempo. Não viu o barco?" Hahahaha, nada amigo..não vi nada...só via água! kkkkkk Contornando a Ilha do Macuco (que é linda! Vale mesmo a pena tirar a cabeça um pouquinho e olhar!), vinha o canal e o medinho de cruza-lo... Quem já ficou preso em canal sabe o sufoco que é...

Pousada PedraSalgada
Enfim, retornando a praia e a emoção que ja tomava conta ao levantar da água...impossível não chegar aos prantos depois de concluir esse desafio. 

Todo esforço, toda preparação haviam chegado ao fim. Tinha dado tudo certo e a energia da chegada me aguardava.

Chorei como não chorava há tempos...(é Drummond, consegui o tempinho para colocar o choro em dia!). Um abraço apertado (e molhado) na minha mãe que me aguardava e hora de comemorar. 




No final ainda rendeu um segundo lugar na categoria! 
Arquivo pessoal

Arquivo pessoal


Não foi fácil se preparar. Foi muito mais que motivação, foi disciplina, dedicação, abrir mão de muitas coisas, além do compromisso com quem me apoia, familia e comigo mesma. Tem dias que cansa, estressa, desgasta... Foram muitos sábados e domingos a tarde nadando sozinha no clube, muitas horas de almoço trocadas pelos treinos, compatibilizar os treinos de corrida e ciclismo junto, treinos executados a risca (todas as séries, intervalos, sequencias), investimento em material, viagem, alimentação, preparação física. Além de conciliar com muito volume de trabalho e algumas noites em claro. Mas como eu sempre digo, quando cruzamos o pórtico de chegada, tudo, absolutamente tudo, fica para trás! E vale a pena!


Encarar 8km de travessia em águas abertas foi um grande objetivo e a primeira parte da realização de um sonho de menina. Quando a vida te jogar pra baixo, pegue impulso e chegue ainda mais alto. São as dificuldades que forjam o guerreiro, que despertam o gigante em nós. Você só tem que saber aproveitar os momentos e jamais desistir. 



Arquivo pessoal

Gratidão imensa ao meu coach San Palma (CMTeam) que abraçou esse sonho e me preparou maravilhosamente bem para que o objetivo fosse cumprido. Sem dúvidas, sem uma preparação tão empenhada, de corpo e mente, não teria passado da arrebentação. Obrigada San e Carla por viverem essa preparação e essa prova comigo! Pelas palavras de motivação, as dicas, pela amizade!

Parabéns a Travessias Bombinhas, na pessoa do Teco, que organizou a prova. Fantástica, maravilhosa, um desafio para ficar na memória. Há mais de dez anos participo de provas em Bombinhas e sempre fica a vontade de voltar. Obrigada por mais essa oportunidade!

Agradecimento também a Pousada Pedra Salgada (não é jabá! Paguei tudo mas serviço bom a gente indica). Serviço impar, atendimento fantástico e local impecável. Além do carinho da gerente que foi prestigiar os hospedes-atletas na prova, café da manhã servido cedo e check-out late. 

Aos amigos e amigas que mandaram várias mensagens após a prova, minha gratidão infinita! Uma delícia receber tantas mensagens lindas e de coração!

Acima de tudo, aos meus pais que apoiam incondicionalmente e a Deus. Sem Ele nada, absolutamente NADA, é possível. 

Parabéns a todos os nadadores que finalizaram esse rally aquático!!

Beijos, abraços e até a próxima!